Tudo começou em 2009, em um evento de militância em Curitiba, organizado por Maite Schneider e o Grupo Esperança, junto da cartunista Laerte Coutinho, a advogada Dra. Márcia Rocha (1ª a conseguir usar de nome social na OAB – leia a matéria clicando aqui) e a psicanalista transgênera Dra. Letícia Lanz (autora do livro “O corpo da roupa”), que juntas perceberam a dificuldade de entendimento das especificidades das pessoas TRANS, bem como os estigmas e preconceitos referentes ao assunto. Assim nasceu a ABRAT – Associação Brasileira de Transgêneros, com o intuito de trabalhar com enfoque em EDUCAÇÃO e INFORMAÇÃO para os meios acadêmicos, midiáticos e também para a sociedade civil em geral.

Porém, logo esse grupo percebeu que estas não eram as únicas necessidades que assolavam pessoas TRANS, a questão da empregabilidade era urgente e precisava ser de alguma forma abordada. Foi assim que então nasceu em 2013 o projeto ​TRANSEMPREGOS, atuando junto ao corporativismo e fazendo uma ponte e entre as pessoas trans e o mercado de trabalho formal.

O início do projeto

Inicialmente, o TRANSEMPREGOS apenas juntava currículos de pessoas TRANS do Brasil inteiro os apresentava nas empresas para possíveis contratações. As buscas não eram por vagas exclusivas para pessoas Trans, mas inclusivas, garantindo que pudessem ser analisadas pelo RH das empresas e que não sofressem preconceitos e discriminações no processo seletivo. Durante esta jornada, ficou claro que esta ação não era suficiente, pois as empresas não possuíam muitas vezes, um ambiente acolhedor capaz de entender e respeitar a diversidade no dia-a dia.​

Foi aí que o projeto cresceu e começou atuar na construção de um ambiente de trabalho mais humano e que fosse mais inclusivo para as diversidades que existem na vida e permeiam toda a humanidade.

Propósito e muito trabalho

Para Maite Maite Schneider, a nossa maior igualdade é a diversidade, e este é um dos pontos de partida para o trabalho de sensibilização e capacitação junto às empresas parceiras do TRANSEMPREGOS.

Atualmente, além destas funções, o projeto também ajuda as empresas que querem fazer mudanças no entorno da sociedade, fomentando espaços para discutir e executar a empregabilidade para pessoas TRANS, construindo projetos e ações para que esta mudança possa acontecer.

Saiba mais sobre o projeto: https://www.transempregos.org


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